segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

AS REDES SOCIAIS E A QUEDA DE MUBARAK NO EGITO


Têm sua importância histórica a partir do momento que muda o estilo do ser humano
Não de hoje que as redes sociais estão unindo povos e culturas, disseminando opiniões e modismo pelo mundo.
Na queda do ditador do Egito não foi diferente, elas tiveram papel fundamental na conscientização e compartilhamento coletivo de forma célere entre os egípcios, nas idéias  e na interação  entre as pessoas, com as diversas  possibilidades de acesso à informação e ao conhecimento e a cooperação entre os elos da rede sobre os reais problemas que existiam com a permanência do ditador Mubarak e suas conseqüências.
Como todos sabem, a rede internet passou a ser mais que um mero meio de comunicação: ela rompeu a barreira geográfica e abriu horizontes.
Constitui hoje como uma revolução na forma como interagimos, participamos e contribuímos nos ambientes em rede e no mundo.
Daí essa extraordinária força que foi elencada por todos no Egito, no uso das redes sociais para difundir e mostrar os novos ideais de democracia, mostrando de maneira clara a frágil política social e econômica imposta pelo ditador e que afetava os Egípcios.
As redes sociais têm sua importância histórica a partir do momento que muda o estilo do ser humano em compartilhar de maneira pacífica e responsável informações e dados sobre tal evento, situação social, perfil político, perfil demográfico de uma região ou comunidade, situação cultural ou política vivenciada por um povo ou nação.
Informações dão conta que tudo que aconteceu no Egito, com aquela mobilização das pessoas de forma histórica e democrática, deu-se com o acesso das pessoas pela rede social, sendo assim uma ferramenta de divulgação em massa, que deu certo.
Silvano Wanderley – Ambientalista/Pós Graduado em Gestão Empresarial

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