segunda-feira, 30 de julho de 2007

Prefeito afasta professora que denunciou estrago de merenda escolar

O prefeito de Epitaciolândia, José Ronaldo, (PSB), esta sendo acusado por um grupo de moradores de abuso de poder e uso excessivo de autoridade.
Mais de 210 assinaturas de populares já foram recolhidas e deverão ser encaminhadas para o Ministério Público Estadual, pedindo invetigação do caso e retorno da servidora as funções.
Há mais de 20 dias a professora de ensino fundamental, Cidelina Lubiana Ferreira, foi transferida da escola que trabalhava há mais de 15 anos.
Na escola Raimundo da Cunha Ayres localizada no bairro José assem, ela flagrou merenda que serveria para alimentar as crianças, sendo jogada no lixo.
De acordo com os moradores a professora, disse que foi jogado nas lixeiras, várias caixas de frutas regionais, sacos de mandioca, polpas de frutas e até galinha caipira.
A presidente da associação de moradores do bairro josé hassem, testemunhou o disperdício.
Segundo informações de populares ao site notícias da hora, o prefeito reuniu os servidores da escola e disse que a professora deveria cuidar da sala de aula e nao se meter nos trabalhos administrativos do colégio. Por esse motivo dona Cidelina Lubiana de Ferreira que é muito respeitada pela comunidade e pelas crianças teria sido transferida para outra escola.
Os moradores estão revoltados com atitude do prefeito e ainda não conseguiram entender como merenda escolar comprada com recursos públicos pode estar sendo jogado no lixo.
O prefeito José Ronaldo não foi localizado para responder as acusações.

terça-feira, 24 de julho de 2007

PERUANOS ALTERARAM MAPA DO BRASIL PARA EXPLORAR MADEIRA NA FRONTEIRA

O escritório regional do IBAMA em Cruzeiro do Sul, suspeita que os madeireiros do Peru, alteraram os mapas do Brasil para avançar sobre nosso território e retirar madeira da reserva extrativista do alto Juruá, área de proteção ambiental com mais 833 mil hectares.
A constatação veio durante os últimos sobrevôos realizados pela operação fronteira, que será desencadeada durante mais de 10 dias, por 40 agentes da polícia federal, pelotão florestal da PM, IBAMA e Imac na comunidade Foz do Breu, território do município de Marechal Thaumaturgo.
A força tarefa identificou que a madeireira Venal, empresa florestal do Peru, já avançou mais de um quilômetro sobre as terras brasileiras, desta forma, provocando um desmatamento desenfreado na região e destruindo espécies de árvores nobres encontradas unicamente em território acreano. No total já foram devastados mais de 6 mil hectares de floresta nativa.
Os moradores de Foz do Breu, já estão sentindo os efeitos do impacto ambiental.
Algumas famílias estão passando fome e muitas dificuldades. A freqüência das máquinas pesadas na floresta, afugentou a caça e muitos animais foram mortos com a extração ilegal.
A presença da poder público no local assustou os peruanos. Nos jornais de Lima, circulou a informação de que brasileiros teriam usado armas, para seqüestrar os integrantes da madeira que estavam na região de fronteira.
O IBAMA conseguiu junto ao governo peruano, a assinatura de um documento reconhecendo a invasão, mas para eles, ainda existem divergências sobre o tamanho da área desmatada. De acordo com o chefe do escritório local do IBAMA em Cruzeiro do Sul, Márcio Lima, a idéia e na próxima semana realizar mais um sobrevôo com os integrantes do governo peruano, para sensibilizar sobre a devastação e pedir providencias em parceria com o governo brasileiro.

EXÉRCITO DA PORRADA!

Um adolescente, olha o colega de aula pular um muro e invadir uma área militar, para banhar em um açude. De repente um soldado percebe a movimentação, aparece e pega o rapaz que nao pulou o muro. O soldado aponta um fuzil municiado para o corpo do menor e lhe obriga a deitar no chão, encostado no muro. Enquanto isso populares, testemunham a cena de humilhação e repudiam o despreparo do militar do exército, que estava fardado. Constrangido menor de 16 anos chora e é rendido. Tentam levá - lo para o quartel, mas o liberam em seguida. No quartel o comandante, desconhece o fato, nega abuso de autoridade e excessos, mas diz que a brutalidade e truculência do soldado e recomendado para quem invade áreas militares. Pela lei é crime federal invadir propriedade militar, mas o exército falhou e mostrou falta de preparação ao agir em situações de crise. Os pais do garoto repudiaram a atitude do exército, fizeram ameaça de processar judicialmente, em seguida o comando reconheceu o erro e pediu desculpas. Nao será a primeira e última vez que ouviremos falar de abuso de autoridade e poder por militares, enfim...

quarta-feira, 18 de julho de 2007

REFÉM DOS EMPRESÁRIOS DOS TRANSPORTES COLETIVOS

Prefeitura, população e ministério público estão reféns dos empresários dos transportes coletivos. Os usuários provaram mais uma vez do veneno e do poder das empresas em Rio Branco. Por quatro horas a cidade ficou completamente parada, toda frota foi retirada dos bairros da cidade, dos órgãos públicos de proteção e defesa do cidadão não se ouviu nada. Enquanto pendurava o silêncio deles, o povo foi as ruas, o movimento foi puxado por lideranças de movimentos estudantis. Gente que paga caro e enriquece a cada dia os proprietários com suas planilhas super faturadas, que a justiça também finge nao vê. Um jogo de interesses cruel que sobra somente para os mais pobres e menos favorecidos. Outro dia o meu vizinho me disse algo curioso: " Eles s fazem isso por que compraram o governo e a prefeitura, financiando suas campanhas eleitorais." Se ele mentiu ou não quem vai provar a verdade, não é mesmo? Ninguém quer contrariar essa turma dos coletivos. E olha que o grupo parece ser bem estrategista. Suspendeu os serviços e logo o prefeito, "abriu as pernas", como se fala entre o povo. A prefeitura fez um ameaçinha tímida de que vai analisar a situação provocada e rever as concessões. Mas o que vem por ai é um aumento da tarifa dos transportes coletivos, sem precedentes e talvez superior aos índices inflacionário, caso contrário alguém não vai ter dinheiro para as próximas campanhas eleitorais. É o jogo toma lá da cá! Na verdade o que precisamos e suspender algumas concessões e colocar empresas novas no mercado, abrir portas para quem respeita o cidadão e bolso do povo também. Os milhões arrecadados com os tranportes coletivos, so tem deixao cada vez mais os patrões mais ricos. É dinheiro que financia orgias, viagens, paga super salários, imóveis e muitas outras modormias. Tomara que tudo esteja bem direitinho declarado no Imposto de Renda, mas se não tiver, não tem problema quem vai fazer algo contra?

terça-feira, 17 de julho de 2007

OPERAÇÃO FRONTEIRA

Força tarefa combate extração ilegal de madeira por peruanos no Alto Juruá


Há cinco anos o IBAMA através do Ministério do Meio Ambiente firmou uma parceria com as organizações indígenas do alto Juruá, para garantir a soberania e a proteção do território.
Depois de realizar vários sobrevôos em junho deste ano sobre a reserva indígena Ashaninka do rio amônia, localizado no município de Marechal Thaumaturgo, o grupo de fiscalização descobriu uma imensa clareira de tamanho ainda incalculável, na região do marco 40 ao 37, que já atingiu 60 quilômetros na margem de fronteira.
O desmatamento provocado por madeireiros peruanos já avançou mais de 10 quilômetros da área de fronteira da reserva indígena do alto Juruá, que possui mais de 840 mil hectares e onde moram cerca de 1.400 famílias.
Ribeirinhos e caçadores da região também denunciaram ao IBAMA a presença dos invasores, os índios entregaram uma carta denúncia para o Itamaraty pedindo providências. Os moradores localizaram estradas abertas no meio da mata por onde várias espécies de madeiras nobres e raras eram retiradas, o corte segundo o IBAMA era seletivo.
Uma força tarefa formado por 40 homens do exército, pelotão florestal da polícia militar e agentes da policia federal e o IBAMA, estão em Cruzeiro do Sul para iniciar a partir desta terça feira a operação fronteira.
O objetivo e apreender a madeira retirada pelos peruanos e os instrumentos de trabalho dos invasores, destruir acampamentos, implodir varadouros e trilhas no meio da selva por onde as torras são carregadas. Para isto serão utilizados 2 helicópteros e 3 aviões de pequeno porte, a base de operações será montada na Foz do Rio Breu, a operação vai acontecer durante 10 dias.
Ao localizar a presença dos peruanos em solo brasileiro, os agentes do IBAMA e das policiais, vão descerem dos helicópteros que estarão sobrevoando a área, fazendo rapel para realizar as apreensões.

OS JORNALISTAS DÃO A SENTENÇA!


Como nosso slogan é Renovação & Transparência (Palavras que jamais existiram no SINJAC, pelo menos ao longo dos últimos nove anos) vimos-nos no dever de esclarecer os colegas que confiaram em nossa proposta, o restante da categoria e a sociedade, sobre os motivos que nos levaram a abandonar o processo eleitoral.

O processo de eleição para a nova diretoria do sindicato dos jornalistas SINJAC, começou errado desde a assembléia para escolha da comissão eleitoral. A convocação da categoria - feita por mensagem repassada por telefone para alguns sindicalizados na manhã do mesmo dia da assembléia – fere não apenas o princípio básico da PUBLICIDADE, mas o estatuto que determina a publicação de edital. Dessa forma, não havia como esperar resultado diferente. A ilegitimidade da comissão eleitoral começa na escolha e composição. Adiantando-se a qualquer sugestão, o presidente do SINJAC Raimundo Afonso, de maneira DITATORIAL indicou (4) quatro dos (5) nomes. Foi o primeiro GOLPE.
Com maioria na COMISSÃO ELEITORAL, começou a manipulação. As quase secretas reuniões realizadas regularmente eram conduzidas apenas por três membros. (02) sequer chegaram a ser convocados. A presidente, estudante de jornalismo Tatiana Campos, nunca reuniu condições para, com ISENÇÃO, conduzir o processo. Mesmo sob SUSPEIÇÃO e sem legitimidade – TELEGUIADA – e de forma ARDILOSA interferiu tendenciosamente prejudicando a CHAPA RENOVAÇÃO & TRANSPARÊNCIA.
Lamentavelmente Raimundo Afonso dividiu a categoria e provocou um RACHA no sindicato. O processo que deveria ser DEMOCRÁTICO, foi transformado em campo de batalha. Não satisfeito em tentar tolher o direito de qualquer filiado em concorrer á presidência do SINJAC, RAIMUNDO AFONSO, de forma sorrateira e mentirosa impingiu a pecha de oposição, á chapa RENOVAÇÃO & TRANSPARÊNCIA.
Coagidos e com emprego ameaçado companheiros – humilhados - foram obrigados a retirar-se da chapa (02). Baixas que culminaram na impugnação da mesma. A comissão amparou-se no viciado edital que estabeleceu condições para inscrição das chapas. Dentre elas o percentual mínimo de 25 % dos 44 cargos deveriam ser ocupados por mulheres. Regra da eleição político partidária, estranhamente aprovada pela comissão. Exigência nula de pleno direito haja vista o insuficiente número de filiados do sexo feminino, insuficiente para fechar duas chapas.
Ante a ameaça representada pela concorrente, boatos davam conta de manobras orquestradas pela presidência do SINJAC. Denúncias á chapa RENOVAÇÃO & TRANSPARÊNCIA apontavam indícios que, no afã de cooptar pessoas para compor a chapa unidade, a atual diretoria estaria oferecendo anistia aos inadimplentes que a aderissem. Fato que provocou um pedido á comissão eleitoral de afastamento do atual presidente, e o monitoramento dos acertos financeiros feitos nos dias que antecederam á inscrição das chapas. Uma forma de evitar o uso político da entidade e dar mais TRANSPARÊNCIA ao processo. Requerimento também negado.
Dias depois ficamos sabendo que alguns colegas do interior do Estado que estavam em situação irregular por atraso na contribuição sindical tiveram um desconto de 50% no pagamento. Descontos que nunca foram estabelecidos no estatuto da entidade, nem aprovado em assembléia geral.
Com tantas manobras, tudo levava a crer que apenas uma chapa seria inscrita, a da situação, mas o nosso grupo surpreendeu com nomes suficientes para dar uma segunda opção à categoria. Claramente desesperados com a possibilidade de a eleição ser decidida no voto, o grupo apoiado por Raimundo Afonso, pelo governo do Estado e alguns patrões, conseguiu esvaziar a chapa Renovação & Transparência.
Colegas que nunca tinham atendido ligação de assessores do governo e de patrão foram surpreendidos com telefonemas e pedidos pessoais para que desistissem de continuar na chapa Renovação & Transparência. Até Pastor entrou no jogo baixo em favor da chapa da situação.
Requeremos a impugnação também da chapa “Unicidade”. Com base no estatuto do SINJAC e na legislação vigente, há seis pessoas inelegíveis pela falta de prestação de contas pela atual diretoria da entidade e duas impedidas de serem votadas. Uma dessas pessoas é o ex-Deputado Federal, Marcos Afonso, que ao contrário do que exige o estatuto, não esta no efetivo exercício profissional como jornalista ha no mínimo dois anos. Até pessoas que não constam na lista de sindicalizados e outras com registro precário foram usadas para preencher a chapa da situação. Mesmo assim a comissão eleitoral decidiu manter o registro da chapa apoiada pelo governo.

Com base nesse preâmbulo, consideramos que a comissão eleitoral prestou um dês-serviço a categoria dos jornalistas do Acre, privilegiando a classe política dominante. Entendemos também que ao prestar contas dos exercícios financeiros somente à comissão eleitoral, para escapar da impugnação, a atual diretoria do SINJAC demonstrou claramente o desrespeito com a categoria que mantém essa entidade.
Em todas as oportunidades os membros da comissão eleitoral afirmam que foram orientados juridicamente, só não dizem que a banca de advocacia pertence ao cunhado de Raimundo Afonso Gomes. Estamos diante do cáos.

Pensamos em entrar com uma ação judicial. Advogados se colocaram a nossa disposição para isso e temos plena certeza que qualquer juiz anularia o processo. Mas do que adianta desqualificar a comissão eleitoral? Se a categoria não reagir!

Por isso estamos lançando a CAMPANHA PELO VOTO ÉTICO NO SINJAC! Parafraseando o que disse a jornalista Jane Vasconcelos, antes de decidir compor a chapa da situação, “O SINDICATO QUE TEMOS E O SINDICATO QUE QUEREMOS”, chegamos à conclusão que esse questionamento ficou ainda mais pertinente. Por isso, se você não compactua com esse modelo de liderança e administração sindical, se abstenha do voto! Seja você o juiz desse caso! Dê uma chance à democracia!

Somos, desde já, gratos pelo apoio a idéia de Renovação &.Transparência no SINJAC.